sexta-feira, 27 de novembro de 2015

OSTEOPOROSE, O QUE É?

Osteoporose é uma doença que reduz a densidade e a massa dos ossos, provocando aumento da fragilidade óssea e maior risco de fraturas. Em grande parte dos casos, o paciente só sabe que está com a doença porque um traumatismo mínimo causou uma fratura, o que não aconteceria em um osso normal.
É uma doença assintomática. Caso não haja prevenção precoce para retardar osteoporose ou a realização de exames diagnósticos, a doença vai evoluindo até ocorrer uma fratura que pode ser grave.
A osteoporose atinge principalmente as mulheres na pós-menopausa, visto que há uma diminuição dos hormônios sexuais. O risco de desenvolver a doença vai aumentando com o envelhecimento, tanto no homem quanto na mulher. 
fatores que contribuem para o desenvolvimento da osteoporose são:
  • Histórico da doença na família;
  • Alimentação pobre em cálcio e vitamina D;
  • Pouca exposição ao sol;
  • Excesso de peso;
  • Problemas hormonais.
Para prevenir a osteoporose é fundamental a ingestão de alimentos (ou comprimidos) com cálcio e vitamina D, exposição solar moderada e prática regular de atividade física.
tratamento da osteoporose varia em função da causa. Somente após o diagnóstico (feito a partir de avaliação da densidade óssea e outros exames) o médico poderá indicar o melhor tratamento.
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PRIMEIROS SINTOMAS DA DIABETE

O diabetes mellitus é a doença causada pelo excesso de glicose (açúcar) na corrente sanguínea. Existem basicamente dois tipos de diabetes, chamados de diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2:
 O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas produz muito pouca ou nenhuma insulina. A insulina é um hormônio que ajuda o corpo a absorver e utilizar glicose dos alimentos. Sem insulina, os níveis de glicose tornam-se mais elevados que o normal.
 O diabetes mellitus tipo 2 é uma doença crônica que ocorre por uma combinação de produção insuficiente de insulina e resistência do corpo à mesma. Explicando melhor, o paciente produz menos insulina do que deveria e ela ainda funciona mal. O diabetes tipo 2 está intimamente ligado ao sedentarismo e ao excesso de peso.
SINTOMAS DO DIABETES.
O excesso de urina, chamado em medicina de poliúria, é um dos primeiros sinais e sintomas do diabetes. Quando há uma elevada concentração de glicose no sangue, geralmente acima de 180mg/dl, o corpo precisa arranjar meios de eliminar este excesso; o caminho mais fácil é pelos rins, através da urina. Como não podemos urinar açúcar puro, o rim precisa dilui-lo com água para poder eliminá-lo. Portanto, quanto maior for a glicemia (concentração de glicose no sangue), mais urina o paciente eliminará.
Sintomas do diabetes 2: sede excessiva
Se o paciente diabético urina em excesso, ele perderá mais água do que era suposto, ficando desidratado. A sede é principal mecanismo de defesa do organismo contra a desidratação.
O paciente diabético que não controla sua glicemia, seja por má aderência ao tratamento ou simplesmente porque ainda não descobriu que tem diabetes, acaba por entrar em um ciclo vicioso. O excesso de glicose aumenta a quantidade de água perdida na urina, fazendo o paciente urinar com grande frequência. A perda de água causa desidratação, que por sua vez desencadeia uma sede excessiva. O paciente bebe muita água, mas como a glicose continua muito alta no sangue, ele mantem-se urinando a toda hora.
O cansaço crônico é outro sintoma comum do diabetes e ocorre por dois fatores:
a. Pela desidratação: explicada no tópico anterior.
b. Pela incapacidade das células em receber glicose: a glicose é a principal fonte de energia das células; é o combustível do nosso organismo. Quem promove a entrada de glicose do sangue para dentro das células é a insulina, que no diabetes tipo 1 é inexistente e no diabetes tipo 2 não funciona bem. Portanto, o diabetes mellitus se caracteriza essencialmente pela incapacidade do organismo em transportar glicose para as células, reduzindo a capacidade de produção de energia do corpo.
Sintomas do diabetes #4: perda de peso
A perda de peso é um sintoma muito comum no diabetes tipo 1. Pode também ocorrer no diabetes tipo 2 mas não é tão frequente.
A insulina também é o hormônio responsável pelo armazenamento de gordura e pela síntese de proteínas no organismo. Como no diabetes tipo 1 há ausência de insulina, o paciente para de armazenar gordura e de produzir músculos. Além disso, como não há glicose para gerar energia, as células acabam tendo que gerá-la a partir da quebra de proteínas e dos estoques de gordura do corpo. Portanto, o corpo sem insulina não gera músculos nem gorduras e ainda precisa consumir as reservas existentes.
Como no diabetes tipo 2 há insulina circulante, estes efeitos são menos evidentes. Além disso, no tipo 2 a resistência à ação da insulina vai se estabelecendo lentamente ao longo de anos, ao contrário do diabetes tipo 1, que cessa a produção de insulina de modo relativamente rápido. Na verdade, o diabetes tipo 2 está associado ao excesso de peso, que é a principal causa da resistência à insulina.
Sintomas do diabetes #5: fome excessiva
Como as células não conseguem glicose para gerar energia, o corpo interpreta este fato como se o paciente estivesse em jejum. O organismo precisa de energia e o único modo que ele conhece para obtê-la é através da alimentação.
Uma das características do emagrecimento do diabetes é que ele ocorre apesar do paciente alimentar-se com frequência. O problema é que a glicose ingerida não é aproveitada e acaba sendo perdida na urina.
No diabetes tipo 1 inicialmente há aumento da fome, mas em fases mais avançadas o paciente torna-se anorético, o que contribui ainda mais para a perda de peso.
Sintomas do diabetes #6: visão embaçada
Um sintoma muito comum do diabetes é a visão turva. O excesso de glicose no sangue causa um inchaço do cristalino, a lente do olho, mudando sua forma e flexibilidade, diminuindo a capacidade de foco, o que torna a visão embaçada. A visão costuma ficar turva quando a glicemia está muito elevada, voltando ao normal após o controle do diabetes.
Esta alteração nos olhos não tem nada a ver com a retinopatia diabética, a complicação oftalmológica que pode surgir após anos de diabetes. Esta será explicada na segunda parte deste artigo.
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OUTRAS DEFINIÇÕES DA GOTA

Gota é uma pequena porção de qualquer líquido que ao cair toma a forma arredondada, lembrando uma pera. Gota é também o nome de uma doença, em geral hereditária, caracterizada pelo excesso de ácido úrico no organismo.

GOTA (DOENÇA)

Gota é uma doença provocada pelo aumento do ácido úrico no sangue e consequente formação de cristais que, quando depositados nas articulações, causam uma reação inflamatória de elevada intensidade provocando fortes dores articulares, principalmente nos pés e joelhos.
A doença ocorre quando o ácido começa a se acumular na circulação sanguínea, por um excesso de produção ou uma falha em sua eliminação pelos rins.
É uma doença com maior incidência nos homens com idade entre 30 e 50 anos. Nas mulheres em idade reprodutiva, os níveis de ácido úrico são mais baixos devido a influência do estrogênio que favorece a eliminação pelos rins.
A doença se manifesta no corpo somente após longos anos de ácido úrico no organismo. O principal sintoma da gota é a monoartrite (inflamação de apenas uma articulação).
FATORES DE RISCO.
Os principais fatores de risco para gota são: obesidade, hipertensão, consumo de álcool, jejum prolongado, ingestão de alimentos ricos em purina como, carnes de porco, peru, ganso, carneiro, frutos do mar.